Rejeitar o Orçamento é um imperativo nacional
Aníbal Pires, Deputado do PCP Açores, denunciou hoje no Parlamento Regional a proposta de Orçamento de Estado como o "mais brutal ataque alguma vez perpetrado contra os cidadãos deste país" e que irá apenas cavar ainda mais o abismo da dívida, da recessão e do desemprego, sem apresentar uma única medida para relançar o crescimento ou melhorar a vida dos portugueses.
E alertou que as "medidas brutais como o roubo dos subsídios de natal e de férias, a redução das prestações sociais, o congelamento de carreiras, salários e pensões não são excepcionais nem transitórias. Pelo contrário. Vieram para ficar!"
Perante este quadro Deputado do PCP considerou que "Este Orçamento e esta ofensiva só poderão ser rejeitados na rua, pelo protesto de todos cidadãos e cidadãs democratas que anseiam por um futuro melhor." E apelou à participação de todas as açorianas e açorianos na Greve Geral de 24 de Novembro.
Rejeitar o Orçamento é um imperativo nacional by CDU Açores
Brutalidade
PCP Açores saúda manifestações de 15 de Outubro
Aníbal Pires, Deputado do PCP Açores, apresentou hoje na Assembleia Legislativa Regional um voto de saudação às manifestações que ocorreram por todo o país no passado dia 15 de Outubro, que foi aprovado com os votos a favor do PCP, PS e BE e com os votos contra do PSD, CDS-PP e a abstenção do PPM.
Para o PCP Açores esta jornada de indignação global ficou marcada, em Portugal, por um sentido protesto contra o desemprego e a precariedade laboral crescentes, a desvalorização dos salários e das pensões, o agravamento generalizado do custo de vida, os aumentos de impostos e a redução do investimento público, no que é, sobretudo, uma condenação clara do rumo que os partidos que subscreveram o pacto com o FMI querem impor ao país.
CDU Pico lamenta atitude dos membros do Conselho de Ilha
A Comissão CDU do Pico lamenta a atitude dos membros do Conselho de Ilha que, com a sua ausência, inviabilizaram a reunião deste organismo, destinada a dar parecer sobre o plano de investimentos do Governo Regional para a nossa ilha.O próximo Plano e Orçamento da Região não vai assim, infelizmente, contar com a opinião e as preocupações dos picoenses, num momento em que esses investimentos podem ser decisivos para combater a crise e os seus efeitos.
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