O matadouro das Flores tem uma avaria no seu sistema de frio há várias semanas, impedindo o abate de gado, com as perdas financeiras consequentes. Torna-se por isso urgente reparar a situação, cabendo ao Governo Regional essa responsabilidade. O deputado regional comunista, João Paulo Corvelo, questionou o Governo Regional sobre as medidas que este tenciona aplicar para resolver o problema e compensar os criadores de gado pelos prejuízos gerados.
Economia
"Para a CDU, é fundamental que o Centro Histórico seja recuperado para as pessoas, a habitação apoiada e promovida e os edifícios mais antigos reabilitados. É preciso dar maior apoio ao comércio tradicional, com medidas de proteção e dinamização. Só assim teremos uma cidade realmente melhor e mais humana. Com a CDU, isso será realidade!"
O deputado do PCP João Paulo Corvelo denunciou no Parlamento Regional a falta de areia para a construção civil nas Flores. Esta situação está a levar ao esgotamento das reservas na ilha, sendo necessário que o Governo Regional encontre uma solução.
Produtores de gado das Flores que investiram em novas raças, compradas na Terceira, esperam há mais de um mês pelo transporte marítimo para a sua ilha. Tratando-se de um investimento de aproximadamente dez mil euros, esses agricultores vêm-se desesperados para poderem ter nas Flores os animais que adquiriram, estando assim gravemente prejudicados.
Num requerimento ao Governo Regional apresentado por João Paulo Corvelo, o deputado comunista defende que é tempo do Governo Regional intervir, para que as ilhas mais afastadas não se vejam ainda mais isoladas.
O PCP/Açores debruçou-se sobre o setor das pescas, com reuniões com associações e contactos com pescadores. Nas reuniões participaram Vitor Silva, coordenador regional do PCP/Açores, e Martinho Batista, do Comité Central e da Direção Regional do PCP/Açores.
Dos problemas levantados sobressaem a falta de soberania para a pesca, com cotas estabelecidas pela União Europeia sem os devidos estudos científicos, e o baixo preço de primeira venda, ficando a maior parte dos lucros com as grandes cadeias de distribuição, ao passo que os rendimentos pescadores são reduzidos. A falta de fiscalização sobre os barcos que pescam na nossa zona exclusiva é outro problema, sendo necessários mais recursos humanos para a Polícia Maritima exercer eficazmente o controlo sobre os nossos mares.
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