A recente promulgação do código do trabalho pelo presidente da
República, apesar da contestação dos trabalhadores e das organizações
sindicais (sérias, que actuam em defesa daqueles que representam),
desempenha um papel essencial (pelas piores razões) no agudizar da
crise da economia real, pois vai, como já se assiste, permitir ao
patronato “despachar” os trabalhadores que entender, a coberto de uma
legislação do trabalho que pende, claramente, para o lado mais forte da
corrente: os patrões.
Opinião
A recente promulgação do código do trabalho pelo presidente da
República, apesar da contestação dos trabalhadores e das organizações
sindicais (sérias, que actuam em defesa daqueles que representam),
desempenha um papel essencial (pelas piores razões) no agudizar da
crise da economia real, pois vai, como já se assiste, permitir ao
patronato “despachar” os trabalhadores que entender, a coberto de uma
legislação do trabalho que pende, claramente, para o lado mais forte da
corrente: os patrões.
Os Faialenses estão de parabéns, pois o PSD, muito embora ainda não
tenha candidato a Presidente da Câmara, já tem linha política de
ataque demolidor. Esse ataque demolidor resume-se a uma frase, parece
que inventada pelo deputado municipal Carlos Faria e alegremente
adoptada pelas cabeças mais pensantes que estão no activo.
A atribuição de TAC (totais admissíveis de
captura) enquadra-se num conjunto de medidas com vista à exploração
sustentável dos recursos haliêuticos.
Decidido em Conselho de
Ministros, os TAC são inicialmente propostos pela Comissão Europeia e
resultam, no essencial, de propostas de gestão do Conselho
Internacional de Exploração do Mar (CIEM) e do Comité Científico,
Técnico e Económico da Pesca da Comissão Europeia (CCTEP), com base nos
dados biológicos recolhidos pelos Institutos Nacionais de Investigação
e nos registos dos desembarques.
Os resultados das eleições para a Assembleia Legislativa da Região
Autónoma dos Açores (ALRAA), realizadas em 19 de Outubro último,
repuseram, em parte, justiça ao fazer regressar a CDU, com um deputado,
ao Parlamento Regional.
Começamos um novo ano que, segundo os entendidos
será, mais uma vez, de crise. Crise a vários níveis, mas não para
todos. Não sendo moda, e esperando que nunca o venha a ser, aquela
palavra e toda a amargura que ela representa, são o dia-a-dia de
milhões de portugueses.
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