Recentemente celebrou-se o vigésimo aniversário da adesão de Portugal à
União Europeia com os aplausos dos habituais comentadores ou “fazedores
de opinião” – como alguns gostam de se auto-intitular –, sempre
ligados, de uma forma ou de outra, aos interesses do capital.
Opinião
Recentemente celebrou-se o vigésimo aniversário da adesão de Portugal à
União Europeia com os aplausos dos habituais comentadores ou “fazedores
de opinião” – como alguns gostam de se auto-intitular –, sempre
ligados, de uma forma ou de outra, aos interesses do capital.
Não. Não se trata de uma retrospectiva! Primeiro porque gosto mais de
olhar para o futuro e depois porque os “olhares” são abrangentes e aqui
não cabe tudo o que a memória registou de bom e menos bom que foi
acontecendo ao longo deste ciclo temporal que agora termina e que, por
convenção, se designa: ano 2005.
Está a terminar o ano de 2005 que ficou marcado por algumas questões importantes, contraditórias e marcantes da vida colectiva.
No início do ano realizaram-se eleições para a Assembleia da República, tendo o PS vencido com maioria absoluta.
Feliz Natal! É o voto que deixo expresso para todos os cidadãos
independentemente da sua nacionalidade, religião, sexo, condição
social, … bem, é mesmo para todos.
Não sendo católico a quadra que atravessamos não deixa de ter um
significado importante para mim.
1. Terminamos o ano, aqui no Faial, com a preocupação presente de se
saber, se sim ou não, o navio “Canadian Pacific Valour” vai ser
retirado da Baía da Fajã. A preocupação instalou-se, desde a primeira
hora, na nossa comunidade por se saber que a eventual destruição do
navio e carga naquele local pode ter custos ambientais pesadíssimos e
gravíssimos.
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